Monday, July 08, 2013

Varal do Brasil lança livro em Florianópolis


 
A antologia “Varal Antológico – Ano 3” será lançada na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, dia 02 de agosto de 2013, às 19hs, com coquetel e a presença de diversos autores, que vão, também, fazer exposição e venda de livros solo. O “Varal 3” foi lançado durante o 27º Salão do Livro de Genebra, na Suíça, de 1º a 5 de maio. A obra contém textos de quarenta escritores de vários estados do Brasil, residentes no Brasil e no exterior e também um autor de Angola. Editado pela Design Editora, sob o selo editorial VARAL DO BRASIL, o livro foi organizado por Jacqueline Aisenman.
 
O desenho de capa é do artista, mestre dos graffitis, ValdiValdi, natural de Florianópolis e foi feito com exclusividade para este livro. Para o artista “O conceito do trabalho transmite a diversidade do livro. Utilizei uma estética da arte urbana, com spray e stencil, criando um visual bem contemporâneo e ousado. Os pingos de sprays e o movimento da cor de fundo criam uma composição bem dinâmica.”
 
O prefácio ficou por conta do jornalista e escritor baiano Valdeck Almeida de Jesus e o poema de abertura é de Rita de Cássia Amorim Andrade, escritora piauiense. As orelhas do livro são assinadas por dois gaúchos: Cesar Soares Farias e Isabel C. S. Vargas. Durante o evento serão anunciados os vencedores do I Prêmio Varal do Brasil de Literatura.
 
Lista dos coautores do livro: Arlete Trentini dos Santos, Audelina Macieira, Caroline Baptista Axelsson, Cintia Medeiros, Cláudio de Almeida Hermínio, Clevane Pessoa, Diva Mendes, Dyandreia Portugal, Ediane Souza, Emanuel Medeiros Vieira, Flávia Assaife, Flávio Goulart Barreto, Gustavo Gottfried Barreto, Hebe C. Boa-viagem A. Costa, Hernandes Leão, Jacqueline Aisenman, Jania Souza, Jeronymo Arthur, Joana Rolim, José Alberto Souza, José Cambinda Dala, J. C. Bridon, Lenival Nunes de Andrade, Lucia Amélia Brullhardt, Luiz Carlos Amorim, Maria de Fátima B. Michels, Maria (Nilza) Lepre, Marly Rondan, Norália de Mello Castro, Pedro Antônio Corrêa, Raimundo Candido Teixeira, Renata Iacovino, Rita de Oliveira Medeiros, Roberto Ferrari, Roselis Batistar, Sandra Nascimento, Valquíria Gesqui Malagoli, Vicência Jaguaribe, Vó Fia e Walnélia Corrêa Pederneiras. Muitos deles estarão presentes no evento.
 
SERVIÇO:
O que: Varal Antológico – Ano 3
Quando: 02 de agosto de 2013, às 19hs
Onde: Assembleia Legislativa de Santa Catarina - Palácio Barriga Verde
Endereço: - Rua Doutor Jorge Luz Fontes, 310 - CEP: 88020-900 - Florianópolis-SC - Fone: (48) 3221.2500
Informações: varaldobrasil@gmail.com
www.varaldobrasil.com
www.facebook.com/varaldobrasil
Fonte:
http://www.dino.com.br/releases/varal-do-brasil-lanca-livro-em-florianopolis-dino8908216131

Monday, May 06, 2013

Meu encontro com Paulo Coelho em 2013 no Varal do Brasil



Valdeck Almeida de Jesus e Paulo Coelho (Escritores)
Foto: Paulo Aisenman

Participei do 27º Salão do Livro de Genebra, de 1º a 5 de maio de 2013, graças ao convite de Jacqueline Aisenman e família (Paulo, Lázaro e Sabrina), que expôs no estande Varal do Brasil. Dentre tantas surpresas agradáveis, sorrisos, encontros e reencontros, tive o prazer de conhecer Paulo Coelho, o maior fenômeno da literatura brasileira, que foi ao salão especialmente para visitar o estande do Varal. Foi uma emoção imensa ver ao vivo e a cores o grande escritor e, ainda mais, poder chegar perto, tirar foto com ele e oferecer um exemplar do meu livro. Agora guardarei para sempre as fotos, contarei para netos e bisnetos esta façanha!

O Varal do Brasil é um projeto brasileiro e suíço, comandado por Jacqueline, brasileira de nascença e suíça por raízes de família. Inicialmente uma revista eletrônica, que continua funcionando, agora virou também livro e estande na maior feira literária da Suíça. Pelo segundo ano consecutivo o grande banquete literário é servido, desta vez com mais de trinta autores de várias partes do mundo. Eis a lista dos que estavam presentes e autografaram livros infantis, antologias, romances, livros de autoajuda, didáticos, de pesquisa, poesia etc: Jacqueline Aisenman, Valdeck Almeida de Jesus, Lúcia Amélia Brulhardt, Deucélia Maciel, Eder Roberto Dias, Sonia Medeiros Imamura, Jania Souza, Leni André, Ana Maria Stoppa, Carlo Montanari, Jan Bittencourt, Clara Machado, Dyanderia Portugal, Roselis Batistar, Ainoha Leporelo, Irma Galhardo, Saskia Brígido, Gorete Newton, Jô Ramos, Samuel Lira, Luiz Carlos Amorim, Flavia Assaife, Paulo Levy, Caroline Baptista Axelson, Leonia Oliveira, Tamara Ramos, Julien André, Ana Rocha Dulce Rodrigues, Luís Gomes e muitos outros.

Foram dias que passaram como minutos. Agora só resta esperar o próximo encontro, para matar a saudade. Apesar de tão pouco tempo, aconteceu apresentação musical com Marcus Assumpção, exposição de telas do pintor Richard Calil Bulos (in memoriam), bonecas da tribo Karajá, com a presença de Narubia Werreria Iny e muito mais.

Ainda deu tempo de fugir um pouco, fui jantar com Mary Barreto e Marcos, ela brasileira, de Ilhéus, e ele, de Portugal, com os filhos do casal, Marquinhos e Gabriela, e com os amigos deles Gil e Francieli. Foi servido um jantar tipicamente brasileiro, com peixe pescado no Lac Le Man, por Marcos, com bife, quiabo e muito mais...

Em Lausanne, curti o carnaval típico da Suíça com minha amiga Ignez Agra, tomei caipirinha, fui a museus e assisti um concerto de violoncelo na Catedral da cidade... Para não deixar barato, fui a Ivoire, com Marcus Assumpção ao volante, acompanhado de Sônia Medeiros e Angela Mota, todos uns amores de pessoas... Abílio, amigo deles, resolveu não ir. Perdeu um belo programa.

Para encerrar, frango com arroz, com os amigos Bruno, Jânia Souza e Samaritana pasquier... Carinho e afeto não têm preço...


Algumas fotos do último dia:
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.188249421328263.1073741844.100004296189822&type=3&uploaded=60

Monday, March 18, 2013

Poetas Brasileiros lançam livro na Suíça





Duas antologias participam da festa literária: uma de moradores do Calabar e outra com 122 poetas do mundo inteiro

Valdeck Almeida de Jesus participará do 27º Salão do Livro e Imprensa de Genebra (Suíça) e vai lançar, no estande D426, do Varal do Brasil, dentre outros, os livros "Abre a Boca, Calabar" (Capa: Carlos Conrado Spykezem) e "Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus - 2012", com capa de Nilda Lima Graeser. O Salão do Livro acontece no Palexpo, de 1º a 5 de maio de 2013, das 9 às 19 horas, e reúne literatura e imprensa do mundo inteiro. O convite foi feito pala escritora Jacqueline Aisenman, que participa da feira pela segunda vez com um estande da Editora Varal do Brasil. Jacqueline é brasileira e mora em Genebra há mais de vinte anos, sempre envolvida com cultura e literatura. Além de expositora, ela também promove a revista eletrônica Varal do Brasil - literário sem frescura!, que divulga milhares de escritores.

A nova edição do livro "Abre a Boca, Calabar
" (Pimenta Malagueta Editora), resultado do concurso literário realizado pela Biblioteca Comunitária do Calabar, foi lançada em 2012 na sede da instituição, em Salvador-BA. Nas edições de 2009 e 2010, o projeto foi idealizado e patrocinado pelo jornalista e escritor Valdeck Almeida de Jesus, que continua incentivando a iniciativa. Em 2012 a publicação recebeu apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), por meio do edital Calendário das Artes. A obra prestigia jovens do bairro Calabar e reúne os 50 autores que participaram das edições anteriores.

Escritores do livro
A edição de 2012 tem poemas de: Amanda Beirão, Ariana Santos Veloso de Jesus, Bruna Santos de Jesus, Caique Neri Brito, Caissa Pita Vasconcelos, Cauan Roque Almeida dos Santos, Crislanda Neves, Eberton de Jesus, Ester da Silva Moraes, Fabio Neves Conceição, Felipe Silva Beirão, Gilson Assis, Iradir Pereira da Silva, Isla Gabriele Santos de Oliveira, Janaina Bonfim dos Santos, Joyce Regia Dias da Silva, Julia Reis Bispo dos Santos, Jussara dos Santos, Kevin Carvalho dos Santos, Keyla Trigueiros Rodrigues dos Santos, Leonardo Conceição, Lucas Santos da Silva, Lucilene Lima Pires, Luís Henrique Beirão Santos, Luís Maurício dos Reis Soledade, Marcos Peralta, Joara Ledoux, Marcos Vinicius, Maria do Carmo Abade Bento, Maria Luiza Lacerda, Mel Oliveira, Milena Borges dos Santos, Nadson Almeida Beirão, Nicolas Dias da Silva, Nubia Trigueiros Rodrigues, Rafael Beirão Dantas, Rafaela Beirão Dantas, Raiane Beirão Dantas, Rayla Bispo Nascimento, Rebeca Trigueiros Rodrigues dos Santos, Robespierre Dantas, Rodrigo Rocha Pita, Samuel dos Santos Moraes, Tacila Cerqueira, Tainá Silva, Talita Trigueiros Rodrigues dos Santos, Tamires Araujo, Tarcisio Trigueiros Rodrigues, Tayná Trigueiros Rodrigues e Wesley dos Santos Lopes.

PRÊMIO VALDECK ALMEIDA
O livro contém poemas de 122 poetas do mundo inteiro, a maioria de brasileiros que participaram do concurso "Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus 2012". A ideia do concurso surgiu em 2005, por iniciativa dO jornalista e escritor Valdeck Almeida, que escreve desde os 12 anos de idade e só conseguiu publicar o primeiro livro aos 39 anos. O projeto tem apoio do Plano Nacional do Livro e Leitura, que divulga a iniciativa no site oficial. O núcleo baiano da União Brasileira de Escritores-UBE, também dá apoio de divulgação ao projeto.


A edição 2012 traz poemas de autores brasileiros e poetas do Japão, Suíça, Inglaterra, Estados Unidos e Portugal. Os dez primeiros colocados foram 1º - Vai, Carlos, vai ser Drummond na vida (Ana Claudia de Souza de Oliveira); 2º - Memórias póstumas de Quincas Borba (Edweine Loureiro); 3º - Vida dura (Éber Sander); 4º - Um desconhecido no canto da sala (Simone Pessoa); 5º - Um Brasil apaixonado por futebol (Arai Terezinha Borges dos Santos); 6º - Monólogo da solidão (Nubia Estela); 7º - Lembranças (Renata Paccola); 8º - Delírios de um Poeta em Desamor (Rossandro Laurindo); 9º - O devorador de livros (Ana Lucas); 10º - É assim, Fulano (Flávia Brito). Os jurados escolheram, também, menções honrosas: Incubus (Ana Claudia de Souza de Oliveira); Crônica de um Fygura (Nádia da Rocha Ventura); O amor de Cler (Expedita Gomes de Araújo); A cigarra e o poeta (Zelito Magalhães); O Macondo de Gabriel García Márquez (Viviana Carolina Mendez Rocha Podlyska); Copa 2014 no país de Jorge Amado (Terezinha Santos de Amorim); A Realidade (Sandro Sussuarana); A intenção (Osmar Santos); A Cidade dos Errados (Marcelo de Oliveira Souza); A menina do raio de sol (Mano Kleber). A lista completa de todos os selecionados está neste link do site Galinha Pulando.

Wednesday, July 18, 2012

22ª Bienal do Livro de São Paulo terá lançamento de "Como Escrever, Publicar e Divulgar um Livro"

Todo mundo quer ser escritor. Publicar um livro, porém, envolve custos e habilidades específicas que poucas pessoas conhecem. O que vale, mesmo, é acreditar no seu potencial e começar a escrever. Muitos grandes profissionais, de várias áreas do conhecimento tiveram suas obras recusadas por editoras e depois se tornaram artistas renomados por não desistirem. Mas a publicação, em si, já não é mais mistério. Há várias formas de colocar no papel aquele romance, conto, poema ou pensamento.

Mas o trabalho não terminha com impressão da obra. Aí começam novas etapas que envolvem outros profissionais. Valdeck Almeida de Jesus recebe diariamente perguntas relacionadas ao universo do livro e sempre as respondeu dentro do possível. Com o tempo, colecionou vários e-mails e transformou as respostas em um manual de fácil leitura e compreensão. Confira no livro e comece logo a escrever a grande obra de sua vida!

O lançamento acontece no estande da Livraria Loyola, no dia 17 de agosto de 2012, às 19:30h, ao preço de R$ 30,00, na 22a. Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Seguem algumas dicas contidas no livro
1- Envio dos originais para editoras avaliarem – Na internet é fácil encontrar sites e endereços de editoras interessadas em novos autores. Algumas aceitam a obra via e-mail, outras preferem o material impresso ou em CD encaminhado pelos correios. É a tentativa mais fácil de publicar. Se o livro for escolhido, pode ser impresso e distribuído por todo o país, a depender do tamanho da editora.

2- Pagamento por uma publicação – Muitos escritores têm preferido esta modalidade. Contratam uma editora que produz o livro, prepara capa, faz correção ortográfica e gramatical e até noites de autógrafos. Para quem não tem tempo e deseja comodidade, é uma boa alternativa. Há empresas que se especializam a ponto de fazer a distribuição e venda do livro, bem como a divulgação dos seus autores na mídia. Os preços variam de acordo com o serviço contratado.
Se o próprio autor fica encarregado da divulgação e venda o negócio se complica, principalmente pelo fator “tempo” disponível para esta atividade e pela falta de experiência. O livro pode ficar encalhado na casa do escritor ou servir de presente para os amigos dele.

3- Publicar via Clube de Autores – Este site publica livros gratuitamente. Basta que o autor se cadastre e edite o seu livro por conta própria. A impressão é feita sob demanda, à medida que o próprio autor solicite exemplares ou que o livro seja vendido, via internet. Não há obrigatoriedade de permanecer no site. Se o livro fizer sucesso e o escritor quiser romper o contrato, isso é feito com facilidade e sem custo. Além do Clube de Autores (clubedeautores.com.br), há dois outros sites estrangeiros que lidam com este tipo de mercado: lulu.com e blurb.com

4– Contratação de um agente literário - O profissional contratado pode levar sua obra a diversas editoras e, a depender da habilidade dele e do conteúdo de seu livro, poderá ter seu trabalho publicado e patrocinado por uma editora. Este serviço não é barato. Há agentes que cobram até para analisar a obra.

5- Publicação na internet – É a forma mais fácil de publicar. Divulgação pela rede de computadores é muito fácil. Mas cobrar pelo livro é mais complicado. A vantagem é tornar-se conhecido e poder atrair uma editora interessada na popularidade do escritor. A publicação tanto pode ser em sites, blogs, flogs, como em livros eletrônicos, os chamados e-books. Algumas editoras já publicam, além da edição impressa, a versão eletrônica, acessível a um preço mais em conta. Há livros eletrônicos que se pode "baixar" para o computador e distribuiir gratuitamente. Outros vêm com proteção para abrir somente na máquina em que foi salvo pela primeira vez.

6– Participação em concursos literários – Há prêmios literários que pagam aos vencedores quantia em dinheiro ou publicação dos livros selecionados. A depender do prêmio, isso pode significar a divulgação na mídia nacional e/ou internacional e a contratação por uma editora. Esta é uma forma de entrar pela porta da frente no mercado editorial. No entanto, a maioria dos concursos e prêmios literários exigem o pagamento de uma taxa de inscrição. Muitos dos certames servem apenas a quem os promove. Portanto, a escolha por se inscrever precisa ser bem analisada.

7– Participar de antologias – Na internet proliferam as empresas e pessoas físicas que promovem livros escritos por vários autores. As antologias servem para escritores iniciantes e que não podem pagar pela edição de um livro solo. Os preços variam de acordo com a quantidade de páginas contratadas. Algumas iniciativas são louváveis, pois lançam os livros em coquetéis, cafés literários ou em bienais do livro. A maioria cobra inscrição para que o autor participe ou que compre antecipadamente uma quantidade determinada de exemplares. Pouquíssimas iniciativas não cobram taxa de inscrição. O Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia premia os selecionados com a publicação. Os primeiros dez colocados recebem um exemplar do livro. Os demais não recebem nem são obrigados a comprar.

8– Leis de Incentivo à Cultura – Há a Lei Rouanet e leis estaduais e municipais de incentivo à cultura. Todos os anos são abertas inscrições a editais que selecionam obras literárias nos vários gêneros. É bom ficar de olho. A desvantagem dessa modalidade é a burocracia, a infinidade de formulários e regulamentos, além da captação dos recursos que sempre fica por conta do escritor. Já existem empresas que executam todas as etapas desse processo, desde a inscrição até a prestação de contas final.

Divulgação, Distribuição e Vendas
Vencida a etapa da publicação, vem a parte crucial e que pode desestimular ao novo escritor. Para se vender um livro, colocá-lo numa livraria, divulgá-lo e fazer o produto final livro circular, é preciso ter sorte, pagar para distribuidoras de livros, pagar para a livraria colocar o livro em local visível na prateleira. Ou seja, o trabalho árduo do escritor não termina quando ele conclui a obra e envia para uma editora. Participar de debates, feiras de livros, palestras, simpósios e eventos relacionados à cadeia literária nem sempre é barato e acessível ao escritor iniciante. Estas atividades ajudam a tornar o autor conhecido e a divulgar o seu trabalho. Uma boa alternativa é o escritor visitar escolas, se integrar a projetos de incentivo à leitura, interagir com a comunidade, fazer rodas de leitura em bibliotecas etc. A dica é ficar antenado e procurar escritores mais experientes, trocar idéias, intercambiar informações. O resto, é esperar que o leitor aprove seu livro e o leve pra casa, leia e comente. O boca a boca é a melhor propaganda.

Revolução do processo literário
O mercado livreiro está concentrado nas mãos de poucas pessoas, que o controlam e ditam as regras. No processo em que o próprio escritor participa da produção, o círculo se quebra. O autor do livro pode ganhar em agilidade, pois tira todos os atravessadores do seu caminho. Não mais há pedra na sua rota. Do word o texto vai direto para a editoração. Ali, o escritor prepara o formato do livro, detalhes como tipo e tamanho de papel, desenho de capa etc. Vencida esta etapa, ele "publica" o livro na internet, envia para impressão e o próprio site se encarrega de remeter a encomenda a quem comprar, cobrando o devido preço. Adeus agente literário, gráfica, editor, distribuidor, livraria, vendedor etc... Ganha o mercado, ganha o escritor e ganha, muito mais, o leitor, que vai contar com uma variedade imensa de novos títulos a preços super em conta.

Wednesday, June 27, 2012

Jorge Amado é homenageado em livro na 22ª Bienal de São Paulo

Jornalista lança antologia com artigos, redações e crônicas em homenagem ao centenário de Jorge Amado

O livro “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus – Homenagem ao Centenário de nascimento de Jorge Amado (1912-2012)” será lançado no estande da PerSe Editora, em 10 de agosto, das 19 às 22 horas, mesmo dia do nascimento do grande Jorge. A obra é resultado de um concurso internacional patrocinado pelo jornalista jequieense Valdeck Almeida de Jesus e traz artigos, crônicas, redações e poemas de 64 escritores de várias partes do mundo. São eles: Abraão Leite Sampaio, Adriana Quezado, Agostinha Monteiro, Alice Gödke, Amanda Löwenhaupt, Ana Claudia de Souza de Oliveira, Ana Rosa de Oliveira, André Kondo, Beatriz Moraes Ferreira, Betty Silberstein, Bruno Monteiro Flores, Carlos Souza, Clarissa Damasceno Melo, Crispim Santos Quirino, Danilo Souza Pelloso, Denílson da Silva Araújo, Dhiogo José Caetano, Diogo Cantante, Diogo Rocha Braga, Domingos Alberto Richieri Nuvolari, Ed Carlos Alves de Santana, Edweine Loureiro, Elson Carvalho Alves, Eulália Cristina Costa e Costa, Gil Nascimento, Gustavo Zevallos, Isadora Sabar, Janio Felix Filho, Josafá de Orós, Júlio César Freid’Sil, Karline da Costa Batista, Léa Costa Santana Dias, Lénia Aguiar, Lina Macieira, Lucas Expedito Claro Prado, Lúcia Amélia Brüllhardt, Marcelo Canto, Márcio Santos Sales, Maria da Conceição Braga de Castro, Maria das Graças Evangelista Santos, Maria Fernanda Reis Esteves, Maria José de Oliveira Santos, Maria Letra, Maria Luiza Falcão, Marilene Maria de Oliveira, Marilene Oliveira de Andrade, Marina Fernanda Veiga dos Santos de Farias, Neva Scarazzati de Oliveira, Nubia Estela, Olmira Daniela Schaun da Cunha, Paula Alves, Quitilane Pinheiro dos Santos, Renata Leone, Renata Rimet, Roberto Augusto de Piratininga Ferrari, Roseli Princhatti Arruda Nuzzi, Silas Correa Leite, Silvia Helena Machuca, Silvio Parise, Solange Gomes da Fonseca, Varenka de Fátima Araújo, Vó Fia e Zeca São Bernardo.

Jorge Amado é sinônimo de Brasil, de Bahia, de brasilidade. Falar da obra é falar do ser humano criador; falar das personagens é identificar o falar natural das pessoas da rua, da gente que circula e inunda praças e avenidas desse grande país, que é mais interior do que capital. A presença de Jorge está nas esquinas, nos costumes, que o tempo não deixa morrer. O escritor está vivo, sempre, na vasta e diversa obra. E o tempo, senhor da vida, junto com a justiça dos orixás que protegem Jorge Amado, imortalizam a obra desse homem.

CONCURSO LITERÁRIO
O certame acontece desde 2005 e tem o apoio do Núcleo Baiano da União Brasileira de Escritores, que se junta à justa homenagem a Jorge Amado. Totalmente patrocinado pelo escritor Valdeck, o prêmio já publicou treze livros com mais de 1.100 textos diversos de autores do Brasil, Argentina, Espanha, Portugal, Estados Unidos, Moçambique, China, França, Inglaterra, Japão, Suécia e Suíça, num trabalho sobre-humano de difusão da literatura e da língua portuguesa.

VALDECK ALMEIDA DE JESUS (1966) é jornalista, funcionário público, editor, escritor e poeta. Embaixador Universal da Paz, Membro da Academia de Letras do Brasil, Academia de Letras de Jequié, Academia de Cultura da Bahia, Academia de Letras de Teófilo Otoni, Poetas del Mundo, Fala Escritor, Confraria dos Artistas e Poetas pela Paz e da União Brasileira de Escritores. Publicou “Memorial do Inferno: a saga da família Almeida no Jardim do Éden”,Feitiço contra o feiticeiro”, “Valdeck é Prosa e Vanise é Poesia”, “30 Anos de Poesia”, “Heartache Poems”, ”Yes, I am gay. So, what? – Alice in Wonderland”, “O MST e a Mídia: uma análise do discurso sobre o Movimento dos Sem Terra nos jornais A TARDE online e O Globo online” (co-autor: Jobson Santana), dentre outros, e participa de mais de 75 antologias. Organiza e patrocina o Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia, desde 2005, o qual já lançou mais de 1000 textos. Colabora com os sites Favas Contadas, Artigonal, Web Artigos, Recanto das Letras, Portal Literal, Portal Villas, Pravda, PodCultura, Overmundo, Comunique-se, Dzaí, Difundir, Jornal do Brasil, Só Artigos e À queima roupa. Tem textos divulgados nas rádios online Sol (Diadema-SP), Raiz Online (Portugal) e CBN (Globo). Site: www.galinhapulando.com

Local do Lançamento

22ª BIENAL INTERNACIONAL DO
LIVRO DE SÃO PAULO 2012

Dia 09 a 19 de Agosto de 2012, das 10 às 22 horas
Parque de Exposições Anhembi
Avenida Olavo Fontoura, 1209
Bairro Santana – São Paulo – SP

Wednesday, December 14, 2011

AURÉLIO SCHOMMER É ENTREVISTADO POR VALDECK ALMEIDA DE JESUS


Valdeck Ameida de Jesus (dir) e Aurélio Schommer
foto: Renata Rimet

Gaúcho de Caxias do Sul, Aurélio Schommer não gosta de viajar. Mora na Bahia, onde atuou pela primeira vez como jornalista em Barreiras, distante 800km da capital, Salvador, cidade na qual reside atualmente. Mas é na literatura que ele se completa, escrevendo sobre fatos reais ou ficcionais. Não gosta de poesia, para não dar “enter” a todo momento e porque não acredita em criação metrificada e rimada. O texto do Aurélio flui quando se trata de “relaciones de pareja”, ou relacionamento humano, mais precisamente conflitos amorosos e a vida pulsante, viva. O leitor, para ele, é onde o escritor se imortaliza, por isso não consegue escrever sem pensar em quem vai ler... Prefere escrever sobre sentimentos, sexo, embora tenha se dedicado pouco, por causa da onda politicamente correta. Um de seus ídolos? Nelson Rodrigues. Medo? Da velhice, para não “voltar” à infância, da qual não tem boas recordações.

VALDECK: Quando e onde nasceu?
AURÉLIO: Em Caxias do Sul-RS, em 1967.

VALDECK: Já conhece o restante do Brasil? E outros países?
AURÉLIO: Não gosto de viajar. Conheço de vista grande parte do Brasil e com maior profundidade o interior da Bahia, o Rio de Janeiro e a região natal.

VALDECK: Como você começou a escrever? Por quê? Quando foi?
AURÉLIO: Como jornalista. Minha primeira atuação profissional foi em 1992, no semanário Novoeste, de Barreiras-BA.

VALDECK: Você escreve ficção ou sobre a realidade? Suas obras são mais poesias ou prosa? O que mais você gosta de escrever? Quais os temas?
AURÉLIO: Faço ficção e não ficção. Ficção é mais divertido, sem dúvida, embora nem sempre seja mais fácil. Poesia não gosto de fazer. Limitar ideias por rima ou métrica ou mesmo ficar dando “enter” nas linhas o tempo todo não me faz muito sentido.
Escrevo sobre qualquer tema, tanto na ficção como na não ficção. O que mais me agrada? Relaciones de pareja, como se diz em espanhol. O jogo de afetos, com os conflitos e ilusões envolvidos, é muito instigante. O “amor”, na falta de palavra mais apropriada, é muito engraçado.

VALDECK: Qual o compromisso que você tem com o leitor, ou você não pensa em quem vai ler seus textos quando está escrevendo?
AURÉLIO: Tenho o compromisso de tentar prendê-lo, agradá-lo, dizer algo que lhe desperte algum sentimento, seja qual for. Eu penso no leitor o tempo todo quando escrevo. Não escreveria se não houvesse a perspectiva de haver um leitor do outro lado da mensagem. Ser lido é tudo, é a forma de imortalidade mais interessante.

VALDECK: O que mais gosta de escrever?
AURÉLIO: Como já disse, ficção. Se tiver liberdade total (não for para público infanto-juvenil, puder ridicularizar os personagens e situações à vontade) tanto melhor. E, confessando, o erótico é fantástico em termos de satisfação. As perversões sexuais dão ótimos enredos. Não por acaso meu ídolo na literatura é Nelson Rodrigues. Se houvesse um público maior para o romance erótico, eu só faria isso. Infelizmente, estamos numa época muito pudica, politicamente correta, em que o erótico é visto como sexista. Por isso, tenho limitado o sexo em meus últimos livros ao beijo na testa.

VALDECK: Como nascem seus textos? De onde vem a inspiração? E você escreve em qualquer hora, em qualquer lugar ou tem um ritual, um ambiente?
AURÉLIO: A inspiração é importante, e no meu caso surge com facilidade. Posso fazer um romance com muita inspiração, situações instigantes, em duas semanas, e fica bom. Mas o mais importante não é a inspiração. É tempo para me dedicar à escrita. É o que mais me falta. O ambiente é importante, mas não é essencial.

VALDECK: Qual a obra predileta de sua autoria? Você lembra um trecho?
AURÉLIO: A obra predileta é “O padre novo”, romance inédito. Tem um achado que gosto muito: “Povo é todos aqueles não listados entre os ricos, os poderosos e os esquisitos”. É impressionante como tem gente que se autoencaixa nos “esquisitos”.

VALDECK: Seus textos são escritos com facilidade ou você demora muito produzindo, reescrevendo?
AURÉLIO: Dificilmente reescrevo. Reviso muito, troco palavras, evito repetições, mas não gosto de jogar páginas inteiras fora. Escrevo rápido, muito rápido.

VALDECK: Qual foi a obra que demorou mais tempo a escrever? Por quê?
AURÉLIO: Foi o primeiro romance, “Maristela”. Demorei dois meses e meio, uma eternidade. Estava inseguro, era o primeiro, só por isso. Não por ter demorado, mas porque acabou ficando interessante mesmo, é a obra mais vendida minha até aqui.

VALDECK: Concluiu a faculdade? Pretende seguir carreira na literatura?
AURÉLIO: Sim. Literatura para mim não é carreira. É uma tentativa de chegar ao leitor. Como carreira, tenho o serviço público, basta.

VALDECK: Qual o escritor ou artista que mais admira e que tenha servido como fonte de inspiração ou motivação para seu trabalho?
AURÉLIO: Além de Nelson Rodrigues, Machado de Assis. Ultimamente, Pedro Mexia.

VALDECK: O que você acha imprescindível para um autor escrever bem?
AURÉLIO: Você pode ser claro e ser bom, ou ser ruim. Pode ser obtuso e ser bom, ou ruim. Pode ser breve e ser bom, ou ruim. Pode fazer experimentações e ser bom, ou ruim. Não há uma receita, espero que nunca haja. Eu não gosto de usar clichês, mas há quem use e faça um enorme sucesso, até ganhe o Jabuti. Há quem construa tramas óbvias e ganhe o Nobel. E há Umberto Eco, há Machado, há Nelson. Eu gosto desses, não daqueles, mas há quem goste do contrário. Enfim, não há nada imprescindível.

VALDECK: Você usa o nome verdadeiro nos textos, por não usa um pseudônimo?
AURÉLIO: Não uso o nome completo. Nem divulgo, nem quero que seja divulgado. O cidadão com o nome completo não deve se misturar a Aurélio Schommer, que não é um pseudônimo, é parte de meu nome completo, mas exerce uma função social. O do nome completo é reservado.

VALDECK: Como foi a tua infância?
AURÉLIO: Não foi muito boa. Vivi mal a infância. Não por culpa de alguém, longe disso, a família foi maravilhosa comigo. Simplesmente foi uma fase ruim da vida. O adulto saiu-se bem melhor. Temo assim pelo surgimento do velho (está próximo). Terá uma tendência a regressar à infância. Por outro lado, sinto que o melhor momento ainda está para ser vivido.

VALDECK: Você é jovem, gasta mais tempo com diversão ou reserva um tempo para o trabalho artístico?
AURÉLIO: Estou longe de ser jovem, em todos os sentidos. Se passei essa impressão, é falsa. Não tenho tido muito tempo para diversão. Mesmo assim, forço pausas para pequenas diversões todos os dias, ou quase todos.

VALDECK: Tem um texto que te deu muito prazer ao ver publicado? Quando foi e onde?
AURÉLIO: Texto meu? Bem, teve um que fiz para o Novoeste, em Barreiras, sobre uma rebelião estudantil na Escola Estadual Padre Vieira em novembro de 1992. Mexeu com todo o universo escolar, recebi visitas particulares da diretora, de professores, de estudantes, a cidade voltou os olhos para minha matéria.

VALDECK: Você tem outra atividade, além de escritor?
AURÉLIO: Sim, sou servidor público federal.

VALDECK: Você se preocupa em passar alguma mensagem através dos textos que cria? Qual?
AURÉLIO: Não. Não existe algo em que eu acredite decididamente a ponto de pensar em proselitismo. Escrevo porque me dá prazer conversar com o leitor, não por uma causa. Até gostaria de ter uma causa, uma mensagem, mas toda vez que penso numa sobrevêm falácias. É difícil encontrar uma ideologia que não contenha falácias. Eu ainda não encontrei nenhuma.

VALDECK: Qual sua Religião?
AURÉLIO: Católico apostólico romano. Falho no proselitismo (não faço muito), como afirmei acima, na frequência às missas, mas não tenho outra religião e estou muito feliz com a minha. Ah, importante. Não é minha religião de infância, de berço, de adolescência. Sou um ateu convertido ao catolicismo.

VALDECK: Quais seus planos como escritor?
AURÉLIO: Escrever. Se possível, eternamente, mas isso ainda não é possível. Quem sabe não inventam a pílula da imortalidade biológica. Se isso acontecesse, poderia escrever para sempre e acho muito provável que o fizesse.

(*) Valdeck Almeida de Jesus é escritor, poeta e editor, jornalista formado pela Faculdade da Cidade do Salvador. Autor do livro “Memorial do Inferno: A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden”, já traduzido para o inglês. Seus trabalhos são divulgados no site www.galinhapulando.com

FonteS:

Monday, December 12, 2011

Fala Escritor na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato


Por: Carlos Souza

Recital de poesias, lançamento de livros, amigo secreto literário, apresentações teatrais e musicais marcam a última edição do ano, do projeto que difunde a poesia nos Shopping de Salvador.

Para quem gosta de ler, ouvir e declamar poesias, uma boa opção é o Sarau Literário de final de ano, que o projeto Fala Escritor realizará nesta terça-feira, dia 13, a partir das 14h, na Biblioteca Infantil Monteiro Lobato, no bairro de Nazaré. A programação será em clima de confraternização, com Amigo Secreto Literário, na qual todos poderão trazer uma poesia impressa e um presente para o sorteio. Os poemas irão compor um grande Varal Poético e o brinde será ofertado ao amigo sorteado. Também haverá teatro, recital, leituras, declamações, apresentações musicais e muito mais...

Além da confraternização para marcar mais um ano de poesia, na oportunidade serão lançados os livros "30 anos de Poesia e um Pouco Mais" e “Memórias do Inferno Brasileiro”, de Valdeck Almeida de Jesus e "Interfaces de Amor e Paz", antologia organizada pela Confraria dos Poetas pela Paz – CAPPAZ.

Os livros - 30 anos de Poesia e um Pouco Mais, tem capa de Ed Ribeiro, artista plástico baiano, premiado internacionalmente. A obra literária traz como o próprio nome diz; trinta textos poéticos correspondendo aos trinta anos de escrita de Valdeck Almeida de Jesus. Os demais poemas são reflexões mais recentes. O livro foi lançado na Livraria Martins Fontes da Avenida Paulista, em São Paulo, no último dia 11 de novembro de 2011 e está disponível, agora, aos baianos.

A obra "Memórias do Inferno Brasileiro", que também vai ser lançada, é a segunda edição, ampliada e revisada de "Memorial do Inferno: a saga da família Almeida no Jardim do Éden", de 2005, cuja renda foi doada, à época, para as Obras Sociais Irmã Dulce. Com prefácio de Lázaro Ramos, o novo livro já foi traduzido para inglês e está disponível no site da Livraria Cultura. No mês de novembro o livro foi lançado no Congresso Brasileiro de Escritores, realizado pela União Brasileira de Escritores (UBE), em Ribeirão Preto, São Paulo. 

Já "Interfaces de Amor e Paz” é a segunda antologia de poetas organizada pela A Confraria dos Poetas pela Paz - CAPPAZ, da qual Valdeck Almeida de Jesus faz parte com poemas e texto da orelha. Além dele, estão no livro os poetas Cristiano Ferreira de Sousa, Deomídio Neves de Macêdo Neto, Flávio Martinez Guebara, Iraildo Dantas-Lua, Luiz Menezes de Miranda, Pinho Sannasc, Renata Rimet, Varenka de Fátima Araújo, Vera Passos e a própria Joyce Lima Krischke, organizadora do livro e presidente da Cappaz.

Poetas - Iara Castro, Deomídio Macedo, Dinalva Macedo, Rosana Paulo, Luiz Miranda de Menezes, Josué Ramiro Ramalho, Iraildo Dantas, Jorge Carrano, Sérgio Mício, Dé Barrense, Carlos Souza e Rosane Rubim são alguns dos nomes já confirmados.  Todos serão bem vindos!

SERVIÇO
O que: Fala Escritor Especial
Onde: Biblioteca Infantil Monteiro Lobato - Praça Almeida Couto, s/nº - Nazaré – Salvador - BA
Quando: 13 de dezembro de 2011 (terça-feira) - 14h
Quanto: Grátis
Informações: (71) 8831-2888 / 8805-4708 / 8122-7231. falaescritor@hotmail.com / http://falaescritor.blogspot.com

Tuesday, November 22, 2011

Congresso Brasileiro de Escritores em Ribeirão Preto-SP

Cidadão do Mundo

Valdeck Almeida de Jesus, de amarelo, participa de animado bate-papo


Relato de minha participação no Congresso Brasileiro de Escritores

 Por: Valdeck Almeida de Jesus

Hoje é dia 11.11.2011. Ainda são 02hs da madrugada e estou na Sala de Embarque do Aeroporto Internacional de Salvador. Cheguei aqui faz uma hora, mais ou menos. Ontem nem dormi antes de vir. Melhor, dei um cochilo rápido, preocupado, daqueles em que a gente fica entre desperto e sonâmbulo, um cansaço que só... Tudo em nome da poesia! Que vida a literatura e que vivam os poetas de plantão, como eu. Aliás, de plantão estou, pois não tenho alternativa. Morando sozinho, não poderia cair no sono – como eu desejava – para não correr o risco de perder-me em sonhos e lençóis e jogar fora a chance de estar no quinto Congresso da União Brasileira de Escritores – UBE, que acontece de 12 a 15 de novembro, em Ribeirão Preto-SP.

Bem, aqui estou por livre e espontânea vontade. E não seria de outra forma, já que sou uma pessoa super independente, cabeça dura e que não aceita sugestões fáceis. Estou na luta, na labuta, na corrida contra o tempo e contra os percalços que a vida insiste em colocar em meu caminho. Se ainda fosse uma pedra, como a de Drummond... Mas tudo bem. Cada um escolhe o caminho e as pedras que deseja chutar ou tomar topada. Estou no processo de escolha. A todo momento me pergunto se quero continuar, parar ou pedir ajuda. Humildade me falta, quase sempre, para assumir o cansaço dos anos. No entanto, a mesma fadiga que me desanima me impele e me incentiva.

Vamos em frente, que atrás vem gente. E se não vier ninguém atrás, vou sozinho, imaginando um inimigo inexistente. Como aquele cavaleiro que lutava contra moinhos de vento, eu vou dando golpes no destino e forçando minha passagem por este caminho torto, apertado e íngreme. Aos poucos e aos trancos e barrancos, venço cada obstáculo e persisto na caminhada incerta.

De caminhada em caminhada, cheguei ao aeroporto de Congonhas, no horário exato. 6hs da manhã e um frio de 19 graus. Paisagem com neblina e um trânsito frenético pelo qual eu teria que mergulhar, de taxi. Devido ao peso da mala, recheada de livros, roupas, fios de computador, carregador de telefone e de máquina fotográfica, não me daria sossego se tivesse que me arrastar escadas acima e ruas abaixo dentro de um ônibus lotado. O que são setenta e um reais quando se pensa em comodidade e conforto? A escolha do meio de transporte foi a mais acertada. Sentadinho, no banco de trás, calmamente, lendo revistas recentes, cheguei ao destino, a casa de meus irmãos, sem solavancos e sem carregar peso. Ufa!

Agora, depois de mostrar o notebook novo, abrir várias pastas de fotos digitais e dar os devidos abraços e tomar um cafezinho quente, começa o dia, literalmente. Mais tarde vou à Avenida Paulista lançar o livro “30 anos de poesia e mais um pouco”, na Livraria Martins Fontes, onde amigos e fãs me esperam. Espero que seja um sucesso.

Eu poderia ter ido de ônibus. Até o terminal mais próximo, pegaria uma perua ou van. Dali faria baldeações até a Avenida Nove de Julho, passando pelas Avenidas M’Boi Mirim, Guarapiranga, Santo Amaro ou Marginal Pinheiro (a depender do veículo que eu pegasse) e desceria embaixo da Avenida Paulista. Bastava subir uma rua lateral e procurar a livraria. Tinha a opção de ir de taxi ou mesclar ônibus e metrô. Minha cunhada Rejane disse que eu poderia pegar o carro dela e de meu irmão Vitório. Pensei bastante e resolvi ir dirigindo. No meio do caminho tinha um engarrafamento.

Em São Paulo engarrafamento é trânsito. Ou seja uma coisa ou seja outra, fiquei preso no meio de um mar de veículos, me arrastando pelo asfalto numa velocidade que variava entre dez e cinquenta quilômetros por hora, na Marginal Pinheiro. Desisti de seguir por ali e tomei atalhos. Após três horas de suplício cheguei à Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista, 509. Já me esperavam vários amigos, entre eles Ed Ribeiro e Calazans, dois artistas das letras e das tintas. Em seguida Rubens Jardim se apresentou: “É ele, é Valdeck. Seja bem vindo!”. Dali por diante o tensão do trânsito, a ansiedade e apreensão pelo sucesso ou fracasso do coquetel de lançamento do livro “3º anos de poesia e mais um pouco” foi se dissipando. Em parte por estar entre pessoas que me deixaram muito feliz pela presença e energia, em parte pelas taças de vinho que eu, sem cerimônia, degustei.

Em seguida chegaram Clarissa, Edvaldo Rosa e Maria, sua esposa (esta, natural de Águas Belas-PE), Adelisse, Abraão e Fernando, bem como tantos outros amigos queridos que foram me prestigiar nessa noite de início de feriadão de Sampa, quando mais de um milhão de pessoas saem em debandada da cidade rumo ao litoral ou a cidades vizinhas, em busca de novos ares, reencontro com família e amigos, ou simplesmente para sair da rotina. Dentre os viajantes, certamente, muitos amigos meus. Por falar em viajantes, minha querida amiga Vanilda não pôde comparecer, mas enviou um simpático e carismático amigo para representá-la: Beni, ao qual tive o prazer de conhecer.

O tempo, que ameaçava virar e transformar o feriado prolongado dos paulistas em mais uma decepção de fim de semana, finalmente cedeu aos pedidos da maioria. O que poderia ter sido uma nova frente fria com chuvas torrenciais, após um longo período de sol e calor, se transformou numa branda mudança de clima, com nuvens claras povoando o horizonte de Sampa, fazendo a temperatura cair para confortáveis dezoito a vinte graus. Na livraria, entretanto, o clima era outro. Regado a vinho, petiscos, refrigerantes e água mineral, a conversa esquentava e o calor humano fazia todo mundo se juntar bem de pertinho para declamar, ler poemas, fazer dedicatórias, contar histórias de vida, e confraternizar com poesia.

Tudo valeu a pena e me fez esquecer as duas horas que rodei do centro para a casa de meu irmão, de volta ao Jardim Ângela, Zona Sul da capital. Fotos postadas no Facebook, breves comentários sobre o evento, me restou o sono dos justos, pois ninguém é de ferro. Fiquei surpreso e gratificado, pela super gentileza de meu irmão Vitório e de minha cunhada Rejane, que me cederam o quarto e cama deles para que eu pudesse repousar com mais conforto. Esses mimos não têm preço. Nem um Credicard Internacional sem limites de compras pode pagar.

Agora em pleno voo de Guarulhos para Ribeirão Preto-SP, na aeronave Embraer 145. Nunca tinha voado num avião tão pequeno. Só tem três fileiras de cadeiras, uma do lado direito, com dois assentos e uma no lado esquerdo, com um assento. Voo tranquilo, sem sobressaltos. Agora já estou aliviado do estresse da maratona da madrugada, que fizemos do Parque Novo Santo Amaro, imediações do Jardim Ângela, a bordo do Meriva de meu irmão, rumo ao aeroporto de Guarulhos. Não sei se por causa do sono, preocupação para me servir bem, falta de experiência no traçado da cidade, o certo é que fizemos uma verdadeira viagem no rumo contrário ao do aeroporto. Pegamos e pagamos dois pedágios e, cientes de estar no caminho errado, retornamos a São Paulo, para tentar pegar a Marginal Tietê, em seguida a Via Dutra e, finalmente, chegar ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. Cheguei a tempo de correr ao balcão de check-in e disparar em direção ao portão de embarque.

Após o embarque e poucos minutos de voo, o comandante já anunciou o pouso em Ribeirão Preto, onde a temperatura é de 22 graus. Pela janela, nuvens que se dissipam à medida que o avião desce. Ribeirão era uma cidade desconhecida para mim, até então. Dado ao grande número de atividades durante o Congresso Brasileiro de Escritores, não consegui sair do trajeto hotel-congresso e vice-versa. Continuo sem conhecer Ribeirão Preto, mas feliz com a minha participação no evento, de onde saí pleno de conhecimento, cheio de planos e contente com os contatos e intercâmbios que realizei.

Congresso
12 de novembro de 2011 - Após chegada ao hotel me encontrei dom Domingos Ailton Ribeiro de Carvalho, meu amigo Dominguinhos, com quem eu já tinha acertado a viagem e o local de hospedagem. Corremos direto ao local onde acontecia o congresso e encontramos, de cara, com Jacqueline Aisenman, amiga e colega, criadora da revista eletrônica Varal do Brasil, da qual sou colaborador e divulgador, bem como do Varal Antológico, antologia impressa que reúne textos de autores do Brasil e do mundo. A partir daí grudamos um no outro e fizemos um trio com Dominguinhos. Devido a escolhas diferentes, nem sempre permanecemos em trio, mas eu e Jacqueline participamos de eventos em dupla, sempre, até o dia 13, quando ela viajou para São Paulo, a fim de participar do lançamento de um livro que a Rede de Escritoras Brasileiras - REBRA organizou.

Assisti à cerimônia de abertura, com apresentação da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Em seguida foi iniciada a Mesa Redonda “Em defesa das biografias”, com Alaor Barbosa, escritor, Newton Lima, Deputado Federal e Fernando Moraes, escritor, mediada por Audálio Dantas, vice-presidente da UBE. Depois eu vi “A questão do direito autoral”, com Luís Mir, historiador e escritor, Sérgio Molina, tradutor e Cláudio Willer, escritor. A mediação foi feita por Paulo Oliver, advogado e conselheiro da UBE. Às 17 hora fui ao debate “O escritor e o estado: as políticas para a literatura. Participantes: Fabiano Piúba, diretor da Diretoria do Livro e Leitura do MINC, Sônia Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros. Presidência: Cláudio Willer, diretor da UBE.

13.07.2011 - Participei da oficina literária “Composição conto”, com Menalton Braff, diretor de Integração Nacional da UBE. Assisti à palestra “Projeto Memória da UBE”, com Dirce Lorimier, escritora e diretora da UBE, e Paulo de Assunção, escritor e historiador. Assisti à Mesa Redonda “Governo e Autor – fomento ou privilégio?”, com José Domingos de Brito, escritor e Célio Turino, diretor da UBE, mediada por Renata Pallottini, vice-presidente da UBE. À noite, participei do lançamento coletivo de livros.

14.11.2011 - Apresentei a Comunicação “A morte e a vida de um poeta”, com leitura de poema de minha autoria em homenagem a Damário Dacruz, bem como leitura de poema e breve currículo literário de Damário, escritor soteropolitano nascido em 27.07.1953, radicado em Cachoeira‑BA e falecido em 21.05.2010.


Eu discorri um pouco sobre a biografia de Damário, baseado em texto encontrado na internet:

Damário da Cruz é um poeta, fotógrafo e fotojornalista. É autor do poema Todo Risco e um dos nomes representativos da geração de poetas da Bahia dos anos 70 e 80. Nascido em Salvador, é cidadão da cidade de Cachoeira, no recôncavo baiano. Faleceu no dia 21 de maio do ano de 2010, vítima de câncer de pulmão.

"As palavras, estas que sempre lhe acompanharam em vida, serviriam, mais uma vez, a expressar aquilo que o seu coração ansiava em dizer: adeus." (UFRB)

Publicou três livros de poesia, dentre eles O Segredo das Pipas (2003), e cerca de 30 posters-poemas com mais de 100.000 exemplares vendidos.

(Wikipedia)
 

Falei sobre os três livros publicados por ele: “O segredo das pipas”, “Re(SUMO)” e “Todo risco”, inclusive recitei o poema que dá nome a este último livro citado:
 

“Todo risco



A possibilidade

de arriscar

é que nos faz homens.



Voo perfeito

no espaço que criamos.



Ninguém decide

sobre os passos

que evitamos.



Certeza

de que não somos pássaros

e que voamos.



Tristeza

de que não vamos

por medo dos caminhos”



Falei que Damário nasceu em Salvador, mas que viveu e que recebeu título de Cidadão Cachoeirano, por sua atuação na vida artística e cultural de Cachoeira-BA. Falei sobre a participação dele no “Caruru dos Sete Poetas”, evento que acontece na cidade desde 2004, tendo como organizadores Luísa Mahin e João Moraes. Falei da Casa Pouso da Palavra, ong onde estão expostos os trabalhos literários e fotográficos do poeta. Recitei, também, este poema dele, o qual parecia estar pressentindo o fim próximo:



“Gran Finale:



“Avise aos amigos/ que preparo o último verso / A vida / dura menos que um poema / e no alvorecer mais próximo / saio de cena.”



Ao ler este texto eu me emocionei e senti a presença viva do poeta. As pessoas da plateia sentiram minha emoção e ficaram em silêncio. Quando foi aberta a palavra, apenas uma senhora resolveu falar e disse “as pessoas estão no lugar certo na hora certa”. Entendi esta frase como algo que fez despertar nela uma lembrança de alguém querido que se foi. Não comentei o que ela disse, respeitando o sentimento que lhe moveu até ali.

Falei que não conheci Damário em vida, mas que sempre ouvia falar sobre ele e que, infelizmente, só pude homenageá-lo na ocasião de sua morte, no dia seguinte, dia 22 de maio de 2010, quando eu me encontrava em São Paulo:



A morte e a vida de um poeta


Um poeta morre todo dia,

E não apenas no dia da sua morte.

Sorte, má-sorte, é para quem vive

A ilusão da vida eterna

Eternamente no corpo.



Para o poeta, o que importa,

De verdade, é o passado, o futuro,

Algo que não se toca, na se pega.



O poeta vive o invisível, o não vivido.

O dia a dia do poeta é sofrido,

Não medido, não visto, não visitado.



A morte, com sorte, é apenas uma passagem

A uma nova vida, sonhada, não vivida

Sofrida, impossível, etérea.



Vai poeta, abraça teu futuro e teu passado

Voa, poeta. O infinito te espera,

Colossal, improvável, invisível...



Vai poeta, recita, declama,

Faz parte do universo,

Faz da vida um verso...



Valdeck Almeida de Jesus

Para Damário da Cruz

22 de maio de 2010, São Paulo-SP - Jardim Ângela




Assisti à Conferência “A experiência de regionalização da UBE”, com representantes das Seccionais e Núcleos da União Brasileira de Escritores, sob a coordenação de Menalton Braff, diretor de Integração Nacional da UBE. Eu substituí ao jornalista e escritor Carlos Souza, coordenador do Núcleo Baiano, ausente por ter sido convidado para representar a UBE na FLIPORTO. Na oportunidade eu apresentei o relatório de atividades do núcleo UBE-BA abaixo descrito e solicitei uma salva de palmas aos Núcleos de Ribeirão Preto-SP, na pessoa de Eliane Ratier e de Araçatuba-SP, na pessoa de Antonio Lucenni, pelo excelente trabalho realizado em apenas um ano de criação dos núcleos.

Pelas falas de Menalton Braff, Joaquim Botelho e outros membros da UBE, a entidade nunca foi nem pretende ser centralizadora, dona da verdade. Consolidou-se em São Paulo pela grande quantidade de filiados nessa cidade e pela participação deles. A liderança veio naturalmente, mas a ideia é que cada unidade tenha CNPJ, site e vida autônoma, sem, contudo, deixar de se interligar a todas as UBE’s e interagir, não deixando nenhum Núcleo ou Secional isolado, muito menos a de Sampa. O objetivo principal é organizar os escritores em classe para fortalecer a luta.

Ficou acertada a realização de congressos a cada dois anos, promessa de Salvador sediar o encontro de 2013, no primeiro semestre, como preparativo para a Feira do Livro de Frankfurt, será no segundo semestre daquele ano.


Resumo do que apresentei no Congresso:



UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES (UBE)

NÚCLEO BAHIA



1.   Anunciado em setembro de 2010, durante I Encontro de Escritores Baianos Independentes, realizado pela Fundação e selo editorial Òmnira.

2.   Fevereiro de 2011 - Primeira reunião aberta ao público: Para falar dos objetivos do núcleo. Na ocasião recebe apoio da Fundação Pedro Calmon (Ubiratan Castro de Araújo); da Academia de Letras da Bahia (Aramis Ribeiro Costa) e do Fórum das Academias de Letras do Estado da Bahia (Araken Vaz Galvão)

3.   Abril de 2011 – Segunda reunião aberta ao público: Atualiza os temas abordados na 1ª reunião.

4.    

PAPO DE ESCRITOR

5.   Junho 2011 - 1ª Edição do projeto Papo de Escritor, com Miriam de Sales Oliveira e Roberto Leal. (os escritores são entrevistados por um mediador e pelo público).

O objetivo é colocar estes autores convidados, no centro das atenções (visibilidade).

SEMINÁRIO LITERATURA BAIANA: RUMOS E PERSPECTIVAS

6.   Julho de 2011 – 1° Seminário para apresentar o núcleo da UBE aos escritores baianos.  Palestrantes: Joaquim Maria Botelho, (Falando do V Congresso Brasileiro de Escritores); Ruy Espinheira Filho, membro da Academia de Letras da Bahia; Ubiratan Castro de Araújo, diretor da Fundação Pedro Calmon; Aramis Ribeiro Costa, presidente da Academia de Letras da Bahia; Germano Machado, fundador e diretor do CEPA (Círculo de Estudo, Pensamento e Ação); Adelice Souza (curadora do livro encenado da 10ª Bienal do Livro da Bahia ) escritora que integra a coletânea + 30 Mulheres que Estão Fazendo a Nova Literatura Brasileira  (Editora Record); Araken Vaz Galvão, presidente do Fórum das Academias de Letras do Estado da Bahia; Valéria Pergentino, da Solisluna  Editora; Roberto Leal, da Fundação e Selo Editorial Òmnira, e Aurélio Schommer (curador da Flica) e ex-presidente da  Câmara Bahiana do Livro.

Resultado: Cerca de 150 pessoas estiveram presentes, e cobertura do jornal A Tarde, com matéria de meia página.

PAPO DE ESCRITOR

7.   Agosto 2011 - 2ª Edição do projeto Papo de Escritor, com Cristina Ramos, autora do livro “Padre Sadoc: sacerdote, amigo, irmão” e Morgana Gazel, autora do romance “Enseada do Segredo“.

8.   Outubro 2011 - 3ª Edição do projeto Papo de Escritor, com Alberto Peixoto (Literatura nordestina) e Nádia São Paulo (Policial).

9.    Dezembro de 2011 4ª edição do projeto papo de Escritor, Com Pinho Sannasc e Emérita Andrade.



Depois da criação do núcleo, 12 pessoas escritores se associaram a UBE.

PROJETOS FUTUROS



1.    O Papo de Escritor acontecerá a cada dois meses. Dois anos depois será publicado um livro com as entrevistas dos escritores participantes do projeto

2.   Março de 2012. Segundo Seminário, que terá como tema Imprensa e Literatura – discutindo a relação. Onde serão convidados os principais veículos de comunicação – jornal, rádio e televisão, para dizer como os mesmos cobrem à literatura local.

3.   Criação de um site oficial da UBE Bahia, com o objetivo de torná-lo no principal espaço virtual dos escritores da Bahia.

4.   Parceria com universidades para realização de cursos de pós-graduação em Estudos linguísticos e literários e cursos de extensão em criação literária, em diversos gêneros.



14.11.2011 - Às 16 horas participei da Palestra “Ler o mundo: um desafio”, com Affonso Romano de Sant’Ana, oportunidade em que fiz uso da palavra para relatar minha vida de leitor, escritor e incentivador cultural. A partir deste evento fiz mais contatos com pessoas presentes ao congresso.

Após este evento, fiz confusão com o horário e perdi o “Sarau Poema & Crônica”.



15.11.2011 - Fala de Joaquim Botelho – coisas e anúncio do próximo congresso em Salvador. Assisti à Exposição-síntese crítica do Congresso Brasileiro de Escritores 2011, feita por Fábio Lucas, crítico literário, membro da Academia Paulista de Letras e conselheiro da UBE. Em seguida, participei da cerimônia de entrega do Troféu Juca Pato ao geógrafo e professor Aziz Ab’Sáber.